Domingo, Novembro 08, 2009

Sou do Ajax desde pequenino

Quinta-feira, Novembro 05, 2009

Wonder Kids

Hollywood volta e meia aparece com uma wonderkid e raramente esta vem a atingir uma carreira decente. Da minha geração lembro-me da Ana Paquin, que aos 11 anos ganhou o Óscar de Melhor Actriz Secundária, para depois se eclipsar. Hoje em dia há três em quem apostaria que poderiam desafiar o mais que provável destino do fortuito sucesso Wonderkid. Dakota Fanning, Abigail Breslin e Madeline Carroll.

Dakota

No meu currículo conto já com uma aposta ganha que fiz comigo mesmo em 2003, porque à data ninguém conhecia a Evan Rachel Wood e porque na verdade ninguém queria saber. A então pita, é hoje uma regular presença nas salas de cinema. Mais importante do que isso, é regular a aparecer em filmes que gosto. A confirmação veio na forma de uma participação excepcional no último filme do Woody Allen. E como toda a gente sabe o Woody só trabalha com grandes actores. É das poucas medidas da competência de um actor, participar em filmes do Woody. Recentemente protagonizou também um indie(Down in the Valley) muito perturbador com o Edward Norton.

Evan

Quanto às 3 miúdas, penso que as 2 primeiras já dispensam apresentações, em particular a Dakota. Embora ache esta rapariga extremamente irritante, não posso deixar de sublinhar o seu inegável talento. A Abigail, por outro lado é uma querida, muito embora todos papéis em que a vi participar fossem mais tique menos tique a mesma personagem. Esteve num dos filmes da década(Little Miss Sunshine), nomeação para Óscar e tudo e esteve também numa das melhores comédias românticas de sempre(Definitely, Maybe), filme que passou despercebido em Portugal não sei bem porquê.

Abigail

- Mas isto são apostas seguras! - pensará equivocadamente o ignorante leitor. E portanto, cá vai uma com odd´s semelhantes às do Sporting na presente época ficar nos 3 primeiros. Só vi um filme da Madeline e não foi um grande filme, o Swing Vote. E foi só preciso uma cena para ver que esta miúda é dotada de uma capacidade rara em qualquer pessoa, que devia ser mandatória para todos nas artes performáticas, a capacidade de comover.


Madeline

Quinta-feira, Outubro 29, 2009

Off-side

No outro dia recebi uma mensagem escrita, vulgo sms, da minha operadora móvel. Mais não era que uma "oferta" de um serviço que envia sms cada vez que o respectivo clube do utilizador marca golo.

Depois de pensar pouco mais de 12 segundos (seguidos... tenho impressão que é record), decidi que não estava interessado.

E concluí que era algo que não interessaria a outros amigos meus, por exemplo, o Pat.

Por um lado o Pat ficaria sem saldo, por outro, não me apetece receber sms de quinze em quinze dias...

"Um vintém é um vintém. E um cretino é um cretino"
Manuel Machado.

Bento Forever!!!

Quinta-feira, Outubro 22, 2009

Wisdom from the wise

Sei que tinha um post óptimo para pôr, mas esqueci-me. Muito trabalho dá nisto(andava há 27 anos para dizer esta frase). Podia ter dito que era o Sporting, mas também não era verdade. Deixei passar o timing e o destino encarregou-se de evitar que eu fale de algo que já está esquecido, é como se eu viesse falar do Benfica ser campeão, já foi à tanto tempo... não faz sentido, só isso.
Podia falar na maitê, mas honestamente é-me indiferente o que a senhora faz ou deixa de fazer, não ligo a pessoas que mandam mails a dizer que não conseguem enviar os mesmos, é um princípio que eu tenho.
As eleições tinham sido um bom tema, mas não percebo de votações em que todos ganham.
Ou então dos 50 anos do Astérix e Óbelix, Duarte pensei que só tinhas 30!!!
Desculpa a piada fácil...
Para finalizar quero que fiquem descansados porque hoje estou de volta ao quiz.
Os meus parabéns aos Pearl Jam, the fixer está forte.

Quinta-feira, Setembro 24, 2009

Call me picky

Recebo um convite para um evento no Facebook intitulado "EU VOU VOTAR NO DIA 27 de SETEMBRO. E TU?". E pensei - Queres ver que é desta que aceito uma sugestão deste rapaz? -uma vez que já repetidas vezes ignorei e recusei pedidos com o intuito de emprestar o meu nome para demandas em defesa da "arte" da tauromaquia.


Mas este evento tinha bom aspecto. Eu vou votar, aprecio o facto de poder votar e alegra-me o facto de haver militância desinteressada pelo apelo ao voto. No entanto, sabendo que este rapaz é muito activo na jotinha laranja, resolvi ler com cuidado a dita página, em particular porque me lembrei de um vídeo produzido por um grupo colorido qualquer da escolinha de verão da jotinha que confundia apelo ao voto com militância partidária, vídeo espetacular por diversas razões que se tiver paciência explicarei mais tarde.

Surpresa, nada de mensagens partidárias subliminares. Vídeos do CNE, link para um site de recenseamento. Limpinho. A única evidência de dominância partidária está na lista de participantes, que apresenta um anormal nível de miúdas giras com apelidos exóticos. E toda gente sabe que a jotinha laranja é a que tem as miúdas mais giras. Facto meta-científico que explicarei, se me pedirem com muita, muita insistência.

Então, porque é que mais uma vez ignorei um evento sugerido por aquele rapaz?

Porque li a descrição. Onde se pode ler "Mais do que um dever, votar é um direito cívico".

Morreu na praia este evento quando já dirigia o ponteiro do rato para aceitar. Votar, não é dever porra alguma. E se por algum trágico cataclismo histórico, votar fosse efectivamente um dever, a ordem qualitativa nunca deveria ser o dever de votar à frente do direito de votar. Tou fartinho deste tipo de arrogância passiva ou ignorância activa que não contempla o conceito civilizacional fora de uma estrutura democrática. Não só é ignorante no que diz respeito à diversidade civilizacional, como dentro do contexto de uma democracia é desrespeitoso para o direito ao não-voto. Não votar pode ser a afirmação de uma postura circunstancial ou não de uma visão democraticamente válida, como seja por exemplo: o "este modelo democrático está falido, venha outro"; o "Estou-me a cagar", as pessoas têm o direito de se estarem a cagar; o "fui passar o fim-de-semana a Saint-Tropez, não dá jeito"; etc.

Curiosamente, este tipo de abordagem é o que eu qualifico efectivamente de asfixia democrática(em contra-ponto com o que parece ser um tema de campanha). A minha democracia não está sujeita a este tipo de pressões psicológicas, eu escolho votar, não cumpro um dever imaginado por gente que na sua militância pelo voto desvirtua o próprio acto que defende.

Nota: No panorama político nacional, as meninas da jotinha laranja são as mais bonitas, prémio de grupo. Individualmente, a Joana Amaral Dias continua a ser líder incontestável.



Terça-feira, Setembro 15, 2009

Andámos desencontrados

Andámos desencontrados.

Durante 5 anos eu supeitava que eras enorme. Adivinhava-te a súbtil capacidade de me conquistares a tiro de frame. Se fosses uma miúda gira, podia dizer-te convictamente sem o sabor bolorento do cliché "Desculpa, mas eu conheço-te de qualquer lado" pois eras assim, familiar antes do encontro.

Não me ensinaste nada de novo. Foste como uma criança que pinta livros de colorir na perfeição com lápis de cera, sem sair das linhas pré-existentes. Já sabia da dor da procura, da expectativa e do desencontro. Só lhe faltava côr.

E dos vilões, que existem mesmo, que sabem que são vis, só lhes falta a força. Que choravam, e que amavam como os heróis. Já sabia tudo.

Que os lugares não são lugares, são pessoas nos lugares. Mas assim tão perfeito como sugeriste, não havia evidência.

E na despedida foste o melhor dos finais. O melhor final. Silencioso, porque não havia nada a dizer. Terno, porque já não havia nada a temer.

Gigante, bem vindo à galeria dos meus preferidos.




Domingo, Setembro 13, 2009

Desporto de gente civilizada ou uma razão para amar Ténis


Íncrivel. Serena Williams acaba de ser desqualificada em campo por violação do código de conduta. Aparentemente terá dito "I will kill you" à árbitra de linha após esta ter assinalado uma falta de pé no serviço que dava 2 match-points à Kim Clijsters. A decisão não demorou sequer 2 minutos. Um exemplo para outros desportos em particular o universal futebol.

De referir ainda que a Kim não ficou nada satisfeita por ganhar o acesso à final daquela maneira, o que mais uma vez valoriza não só a sua dimensão desportiva e humana como o próprio desporto.

Quinta-feira, Setembro 10, 2009

Já começou


O maior jogo do mundo! Monopoly City Streets! 17 ruas já cá cantam!

Anthology

Só para avisar que estou de volta ás lides... Para não dizerem que eu não avisei.

Terça-feira, Agosto 18, 2009

Boston Legal wisdom

Christine: Why would you live in a hotel...

Oh, I, I see.

The comfort of being able to check out on a whim.

You know, as much as you've explained it,
you've never really explained it.

Alan: I demand only one thing in a relationship, Christine,
that I remain utterly alone.

Quinta-feira, Agosto 13, 2009

E se...

... te dissessem, cara a cara " Esta música é ideal para ti. É a tua cara"??



Terça-feira, Agosto 11, 2009

Música no coração...

Mainada:



(..se o maestro fosse o Pat, a música só tinha uma nota).

Quarta-feira, Julho 29, 2009

Miller Sienna feat Hugo BOSS Orange

A vision laranja!! Saidinha do PROUD de Camden, fresca, fullinha de style, aaaaaaarrrrrHH!


Apetece rasgar a cena e mergulhar o mambo!

Sexta-feira, Julho 17, 2009

Exaltação

Adoro quando ouço a expressão "em sede própria" Quantas vezes não ouvi, a decisão será comunicada em sede própria, ou esse assunto será tratado em sede própria entre outras. É uma expressão notável, que relega para o abstracto e também para o vazio o assunto em questão, não deixando margem para continuar a falar do mesmo. Acredito que é uma imagem perfeita do povo deste país, está no sangue lusitano enviar, todo e qualquer assunto incómodo, para um futuro mais que imperfeito, longínquo e de preferência que fique sempre lá, no futuro. Eu percebo de algum modo essa atitude, também tenho uma indiferença pelo futuro, apenas porque não sei o que me reserva, se soubesse tudo seria diferente e mais cómodo. Por outro lado, seria muito mais aborrecido. O culpado disto tudo é o presente, ocupa-me demasiado tempo, não me deixa fazer coisas no futuro, com a agravante de que tudo o que fizer no presente passa para o passado. Injusto, no mínimo. Há quem diga que o que fazemos no presente, passará para o futuro também, mas eu tenho as minhas dúvidas, mais uma vez porque não sei o que lá vem. No entanto, quando lançam a pergunta "Gostavas de saber o teu futuro?", a resposta é invariavelmente "NÃO!". Nunca! Bom, ficaram a pensar que eu não gosto do presente, nada mais falso, o amor que nutro pelo presente é enorme. Aliás, espero que siga para o futuro e ao mesmo tempo fique gravado no passado. Até porque se eu soubesse o meu futuro anunciá-lo-ia a todos, mas em sede própria, claro.

Sexta-feira, Julho 03, 2009

Someday

Um dia. Aqui está uma expressão que eu vou deixar de usar. Ao fim de tantos anos a usá-la, apercebi-me que mais não é que um adiar "ad eterno". É um, sim quero fazer, mas não sei quando e nem sei se me esforçarei para que aconteça.
Nem me lembro das vezes que já disse, sim, um dia vou lá. Obviamente, na generalidade das vezes não fui e se alguma vez o fiz, foi numa clara e desgovernada decisão do destino, que nem eu pude evitar. Não sei se é inercia, se será resignação, se serei o único. Por isso, decidi excluir essa expressão do meu vocabulário, acabou-se o um dia vou ou um dia farei. Não! Não quero mais, pensando mais a fundo (sim, porque eu penso muito) tenho mais uma ou duas expressões que vou abolir também... Um dia.

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